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Movimentação bancária de Lulinha chega a R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025, aponta investigação
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Movimentação bancária de Lulinha chega a R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025, aponta investigação

Informações divulgadas após a quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam que uma conta bancária ligada a ele movimentou cerca de R$ 19,3 milhões entre os anos de 2022 e 2025.

Sandro quinta-feira, 5 de março de 2026 1 min de leitura
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A revelação foi publicada com exclusividade pela jornalista Andreza Matais, em coluna no site Metrópoles.

De acordo com os dados analisados pelos investigadores, do total movimentado no período, R$ 9,66 milhões correspondem a créditos recebidos, enquanto o restante representa pagamentos e transferências realizados para outras contas. A conta analisada está vinculada a uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil, localizada em São Paulo (SP).

Segundo a reportagem, o pico das movimentações ocorreu em 2024, segundo ano do atual mandato presidencial de Lula, quando foram registrados cerca de R$ 7,2 milhões em transações. Já em 2025, o valor movimentado teria sido de R$ 3,3 milhões.

Em 2026, até o dia 30 de janeiro, o total registrado na conta chegou a R$ 205.455,96.

Ainda conforme as informações divulgadas, a maior parte dos valores recebidos tem origem nas próprias empresas de Lulinha, além de rendimentos de aplicações financeiras e transferências de terceiros. As características das transações indicariam que a conta possui perfil voltado para investimentos.

Entre as principais fontes de recursos estão as empresas LLF Tech Participações, que teria transferido cerca de R$ 2,37 milhões, e G4 Entretenimento e Tecnologia, responsável por aproximadamente R$ 772 mil no período analisado.

Investigadores afirmam que novas informações podem surgir com a análise de outras contas bancárias, tanto em nome da pessoa física quanto das empresas ligadas a Lulinha.

O caso segue sob análise das autoridades responsáveis.

Fonte: Coluna da jornalista Andreza Matais – site Metrópoles.

FOTO: INTERNET

Editoria: MUNDO